A Secretaria Especial de Cidadania e Família (Secid), por meio do projeto Armazém da Cidadania, promoveu, dia 30 de junho, uma caminhada no Parque Madureira, Zona Norte do Rio, em celebração ao Dia Internacional da Prevenção ao Uso Prejudicial de Álcool e outras Drogas, celebrado dia 26 de junho. A “Caminhada Cuidar para Viver, Transformando Passos em Caminhos de Acolhimento” reuniu representantes da Secretarias municipais de Saúde, Esporte e Assistência Social; entidades da sociedade civil, além de gestores e acolhidos das Comunidades Terapêuticas – instituições que oferecem acolhimento para pessoas com transtornos decorrentes do uso e abuso de substâncias psicoativas. Aberto ao público, o evento acontece no Portão 3 (Arcos Olímpicos) a partir das 9h.
A atividade, que faz parte do programa Cidadania Carioca da Prefeitura do Rio, teve início com exercícios de aquecimento coordenados por profissionais da Secretaria Municipal de Esportes. Já a caminhada teve percursos de 1 ou 2 quilômetros. O objetivo foi promover um momento de lazer, conscientização, cuidados e fortalecimento da rede de apoio às pessoas que enfrentam problemas com o uso de álcool e outras drogas. A iniciativa faz parte de um conjunto de ações do Cuidar para Viver, novo Programa de Cuidados Complementares desenvolvido pela Secid com ações de prevenção e atendimento aos cidadãos cariocas.

“ Escolhemos marcar esta data com uma caminhada por acreditarmos no papel da atividade física como ferramenta de promoção da saúde mental e da qualidade de vida. O exercício contribui para o controle da ansiedade, o autocontrole, a autoestima e a autoconfiança. A atividade proporciona ainda a interação social. Questões importantes que já são trabalhadas no acolhimento, mas de uma maneira diferente” explica o secretário Municipal de Cidadania e Família do Rio de Janeiro, Otoni de Paula Filho, que também ocupa a presidência do Conselho Municipal Antidrogas do Rio de Janeiro (COMAD/Rio).
Cuidar para Viver
O Cuidar para Viver compreende ainda ações como aumento do número de vagas e a duplicação da per capita paga pelos acolhidos nas Comunidades Terapêuticas; uma central de regulação de vagas; um serviço de atendimento telefônico com orientações e acolhimento para pessoas com demandas de álcool e outras drogas e seus familiares; a oferta de cursos profissionalizantes durante o acolhimento por meio de uma parceria com o Senac RJ e o acompanhamento por até seis meses após a alta terapêutica. A medida tem o objetivo de melhorar o atendimento ofertado aos acolhidos, aperfeiçoar as práticas de cuidados e redimensionar o funcionamento das instituições acolhedoras.










